O órgão foi construído em 1870 por William Hill & Sons. Era composto por três teclados manuais, mais de 4.500 tubos e 40 registros. O órgão principal utilizava um mecanismo tubular-pneumático, com mecanismo mecânico para os outros dois teclados. Estava instalado na inauguração da catedral, no Dia de Santo André, em 1870, na galeria oeste, mas foi transferido para o transepto norte em 1889 para melhorar a acústica, maximizar o espaço e evitar obstrução da vista das janelas. Nesse mesmo ano, um fosso de 4,2 metros foi escavado no chão ao lado da nave, para servir de novo local para o órgão.
Sua manutenção tem sido uma das partes mais caras da conservação da catedral. Foi reformado em 1889 pela empresa de Cork, TW Magahy, que adicionou três novos registros. O órgão foi transferido da galeria oeste (balcão) para um fosso no transepto norte, onde se encontra atualmente. A maior parte do órgão de coro está alojada em uma caixa acoplada ao console, cuja tampa o organista pode levantar ou abaixar eletricamente. A próxima grande reforma ocorreu em 1906, realizada pela Hele & Company de Plymouth, que adicionou um quarto teclado (o Solo). Nessa fase, o mecanismo do órgão era inteiramente pneumático. Entre 1965 e 1966, a JW Walker & Sons Ltd de Londres reformou as placas de ressonância, instalou um novo console com mecanismo eletropneumático e baixou a afinação.
Em 2010, o sistema elétrico do órgão apresentava problemas. Trevor Crowe foi contratado para reconstruir e aumentar o número de tubos, além de realizar melhorias tonais, incluindo uma extensão de 9,75 metros (32 pés) para o trombone de pedal. O projeto levou três anos para ser concluído.
Sexta-feira, 1 de maio, 13h10
PROGRAMA
Interpretado por Matthew Breen
Fantasia em Sol menor, BWV 542 – J.S. Bach (1685 – 1750)
Fuga 'à la Gigue' em Sol maior, BWV 577 – J.S. Bach (1685 – 1750)
Largo – Flor Peeters (1903 – 1986)
Tuba Tune – Norman Cocker (1889 – 1953)
Prelúdio do Salmo, conjunto 1, nº 2 – Herbert Howells (1892 – 1983)
‘Mas os mansos de espírito herdarão a terra e serão revigorados.
na multidão da paz.' (Salmo 37: versículo 11)
Peça Heroica – César Franck (1822 – 1890)

